O Poder no Homem – Fraternidade Branca

Mensagem atribuída ao Mestre El Morya – regente do primeiro raio da Fraternidade Branca

Quando alguém vê as espumas do mar,  muitas vezes não se lembra da profundidade de suas águas.

Quando o Homem pensa nos seus pensamentos, nas suas aflições pessoais,  ele não pensa, não tem consciência da profundidade da sua encarnação; não tem consciência do que é a sua vida presente, que é a meta da sua essência e da consciência da sua alma.

Viemos aqui, e estamos vindo, cada vez mais fortes, cada vez mais presentes, para contar a esse Homem que ele não é feito de espumas, e nem tampouco das rochas onde as suas ondas se arrebentam.

O Homem é feito da mais profunda, da mais sublime e da mais forte consciência espiritual.

Estamos aqui com seres que querem saber de si; que querem ouvir a voz da sua alma, o som da sua essência, e sentir em si mesmos propagar-se a sua luz.

Falamos agora para os que estão presentes nesta sala, presentes hoje, nesta noite: despertem das suas espumas.

Vejam o quanto dos seus problemas pessoais, o tanto de tudo aquilo que os aflige neste momento, é ilusório e passageiro.

Se pensam nas doenças, elas irão se manifestar. Portanto quem cria as doenças é o próprio Homem; é aquele que acredita que está doente.

Nós afirmamos: não há doença.

Não há dor.

Não há pena.

Não há martírio.

Não há necessidade de lâminas, nem de bisturis nas mãos de cirurgiões habilidosos, pois o Homem não precisa de nada disso.

O Homem precisa é de sua fé, da sua crença e do seu Espírito purificado.

Meus filhos, queremos chamá-los para novamente entregarem as suas vidas para o Divino que habita dentro de vocês, antes que as leis que regem a matéria se tornem irreversíveis.

Queremos novamente chamá-los à consciência da sua fé, à verdade do seu amor, à liberdade do seu espírito.

Não estamos aqui para jogar palavras como folhas ao vento.

Desperta, homem!

Acorda para a profundidade do seu azul.

Acorda para a consciência da sua alma.

Acorda para a sua potencialidade de amar.

Porque amar é a sua natureza, amar é o seu eu, amar é o seu Deus.

Acorda!

Eu sou El Morya.

Finalmente minha presença pôde ser aqui chamada, cantada e evocada pelos meus Elohins, que mando que venham antes de mim.

Eles, além de construtores da forma, constroem pontes entre o Divino e o humano.

Portanto, vocês têm ouvido as palavras dos Elohins. Quero que despertem da ignorância, pois aquele que é próspero na sua fé, é próspero na matéria.

Não acreditamos em impossibilidades, e eu, pessoalmente, não aceito nenhuma limitação.

Se as suas condições materiais (refiro-me aqui às condições financeiras) não são a prosperidade, perguntem a si mesmos onde estão deixando de crer, em que estão deixando de crer.

Por que não dão passagem ao seu espírito? Por que não deixam que o seu Espírito cuide de suas contas bancárias?

Meus caros, estamos falando de liberdade: o homem que não tem prosperidade em sua vida não é livre. O homem que não tem como pagar as suas contas no final de um mês não é livre.

Por isso, eu chamo à sua Consciência: por que não se permitem essa libertação?

Oportunidades existem, condições existem e a prosperidade, lembrem-se, é o estado natural.

Aquele que Nos serve deverá ser sempre abundante.

Se não houver abundância na vida de vocês, então se perguntem: a quem estão servindo?

Nós não fazemos nenhum apelo à condições financeiras, não precisamos de dízimos, porque o nosso Espírito é próspero.

Assim cada um de vocês deverá ser! Façam brotar a prosperidade, como um sábio faz brotar a árvore de uma semente e da árvore o fruto.

Criem as possibilidades de riqueza dentro de suas próprias vidas.

Façam uso daquilo que chamei de ponte: os seus Elohins. Use-os para criar a prosperidade em cada meta, em cada situação de suas vidas.

Não aceitem a pobreza, mas não briguem com ela. Não precisam ficar de cara fechada, mal-humorados, revoltados, pois assim estarão dando um poder a algo que não tem poder algum.

O poder do bem e do mal está no próprio Homem.

Eu, como professor, quero lhes ensinar: jamais desrespeitem o mal, pois ele existe na sua vida, quando também existe em seu pensamento.

Se em algum momento vocês desafiarem as situações, os problemas, as condições, estarão desafiando a si mesmos, levantando muros dentro de si, criando sombras para que depois seus caminhos sejam fechados.

E depois não venham reclamar, de forma ignorante, que Deus não os ouve.

Vocês não se ouvem!

Vocês não falam a linguagem adequada!

Vocês desconhecem a sua própria natureza e a sua própria capacidade de criar abundância!

O que eu estou falando é simples: abandonem o sentimento de pobreza.

Vivam com moderação, é claro; vivam com consciência, pois nem tudo aquilo que pensam, nem tudo aquilo que desejam é necessário para a sua alegria.

Repensem seus valores, repensem, imaginando e pensando claramente:

O que eu preciso para ser feliz?

O que eu preciso para viver?

O que é necessário para minha alegria?

O que é necessário para minha realização?

E quando obtiverem essas respostas do seu Ser Interno, saberão que estão mais próximos da abundância, pois abundância é o resultado de tudo aquilo que o Homem crê em seu coração.

Eu sou El Morya!